
Neide Ferreira
Persona editorial
Opinião e Cultura do Futebol
Este nome identifica uma persona editorial do Beira do Campo, usada para organizar conteúdos por tema e estilo. A produção utiliza inteligência artificial e consulta fontes citadas nas matérias. Não representa um currículo profissional ou uma pessoa com as credenciais de uma redação tradicional.
Matérias de Neide — Página 9

Pausa do Brasileirão de 50 dias é presente, não castigo
O Brasileirão parou por mais de 50 dias para a Copa e o país já decretou tragédia: ritmo perdido, líder prejudicado, torcedor órfão. Eu discordo. Essa pausa é o respiro que o nosso calendário de janeiro a dezembro nunca permite — e o único freio que a CBF não teve coragem de dar sozinha.

Brasil é só o 5º favorito ao hexa — e talvez seja melhor assim
Às vésperas da Copa 2026, o Brasil é só o quinto favorito ao título nas casas de aposta — uma vergonha para a pentacampeã, dizem por aí. Eu discordo: foi como azarão, depois de Eliminatórias caóticas, que a Seleção ganhou em 2002. Perder a coroa de favorito pode ser a melhor notícia do ciclo.

Filipe Luís virou plano A do Leverkusen. E o Flamengo?
Filipe Luís foi demitido após um 8 a 0. Dois meses depois, o Flamengo caiu na Copa do Brasil para o Vitória e o ex-técnico é alvo número um do Bayer Leverkusen. Neide pergunta o que precisava perguntar: o Rubro-Negro se arrependeu da demissão?

Neide: Ancelotti cedeu ao circo e levou Neymar à Copa
Carlo Ancelotti passou nove meses repetindo que Neymar precisava estar 100%. Na segunda-feira, decidiu que 686 minutos no Brasileirão eram o bastante. Quem desistiu da própria régua foi o técnico, não o jogador.

Corinthians voltou à Z4 e o hat-trick de Cabral foi a conta
O Corinthians foi ao Nilton Santos, levou 3 a 1 do Botafogo com hat-trick de Arthur Cabral e voltou à zona de rebaixamento do Brasileirão 2026. Era para acontecer em duas rodadas — bateu em uma. A coluna de segunda da Neide Ferreira.

Abel Ferreira pediu desculpa pelo dedo. E pronto?
Abel Ferreira subiu ao púlpito em Londrina, fez sua mea-culpa pelo dedo do meio mostrado para Flaco López na Libertadores e voltou para o vestiário. A Conmebol agradece. Mas Neide não fica contente: o pedido tapou a discussão real — a do futebol que adora indignação seletiva.

Memphis no Corinthians: sete lesões depois, vale renovar?
Em 50 dias parado, sete lesões musculares e Instagram zerado depois, o Corinthians ainda discute renovação até 2028. Neide analisa o capítulo mais bizarro da era Memphis Depay: o jogador que joga mais com o departamento médico do que com a bola.

São Paulo só está no G4 enquanto o Brasileirão for compreensivo
Roger Machado entrou no Majestoso achando que tinha um G4 consolidado. Saiu de Itaquera com a defesa rasgada, o meio-campo desaparecido e a história de que o São Paulo é candidato ao título virou piada. A coluna de segunda da Neide Ferreira.
Neide: Galo organiza festa enquanto o Flu já vende a camisa de Hulk
O Atlético-MG marcou a despedida de Hulk para domingo na Arena MRV, com telão e discurso. Só esqueceu um detalhe: o Fluminense já está vendendo a camisa 7 do paraibano há quatro dias. Para Neide, essa cronologia diz mais sobre o Galo do que sobre o Hulk.

Neide: microfone do árbitro é teatro; áudio do VAR fica trancado
A CBF colocou microfone no árbitro a partir da 11ª rodada e prometeu transparência. Mas o Vitória já fez duas representações e o áudio do VAR continua trancado. Neide não engole.

Neide: Neymar deu rasteira, jogou pôquer e ainda quer Copa
A 13 dias da convocação final de Ancelotti, Neymar deu rasteira em colega de 17 anos no CT, fez piada machista com árbitra e jogou pôquer enquanto o Santos perdia em BH. E aí vem o Casemiro pedir, em rede nacional, que o cara vá pra Copa. Eu já não tenho mais paciência.

Segunda da Neide: a torcida virou as costas e o Diniz xingou. E a CBF?
No Barradão, a torcida do Vitória virou as costas durante o hino para protestar contra a arbitragem. Em Mirassol, Diniz chamou o juiz de mascarado depois de um vermelho que virou amarelo e decidiu o jogo. A 14ª rodada terminou com o Brasileirão refém do apito — e a CBF olhando pro lado.