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Brasileirão

Dorival defende trio ofensivo e cobra atenção no São Paulo

Após o jogo em Salvador, treinador valoriza Lucas, Luciano e Calleri, mas aponta falhas de concentração e bolas paradas. Próximo compromisso é o clássico contra o Corinthians.

Patrícia MendesPatrícia Mendes4 min de leitura
Dorival defende trio ofensivo e cobra atenção no São Paulo
Dorival Júnior em arquivo de 2013, quando dirigia o Fluminense — Foto: Fotos Flu / Wikimedia Commons, CC BY 2.0

Dorival Júnior defendeu a utilização de Lucas, Luciano e Calleri juntos no São Paulo, mas cobrou mais atenção da equipe depois da derrota para o Bahia, em Salvador. Na coletiva repercutida nesta quinta-feira, 29 de outubro, o treinador separou sua avaliação do potencial ofensivo dos problemas que voltaram a aparecer sem a bola. O diagnóstico apresentado por ele combina confiança nos atacantes e cobrança pela execução defensiva.

A posição está registrada no relato oficial do São Paulo sobre a entrevista. O clube destacou a análise do comandante sobre a formação com os três jogadores e sua capacidade de criar dificuldades para a defesa adversária. Isso expressa a avaliação de Dorival sobre o confronto, sem representar uma escalação antecipada para o próximo compromisso.

Dorival valoriza a resposta do trio ofensivo

Na versão publicada pelo São Paulo, o treinador ressaltou o potencial de conclusão dos atacantes e relacionou a reação da equipe à presença de jogadores capazes de produzir situações de perigo. Também valorizou a disposição do grupo durante a partida. A mensagem foi de reconhecimento ao que o time conseguiu construir com a bola.

O Jogada10, em reportagem reproduzida pelo iG, registrou outro ponto dessa argumentação: Dorival reconheceu dificuldades defensivas associadas à utilização de três atacantes, mas avaliou que o ganho no ataque oferece uma compensação importante. O treinador, portanto, não apresentou o setor ofensivo como o alvo principal de sua crítica.

A escolha exige ler duas tarefas ao mesmo tempo: criar oportunidades e sustentar o comportamento coletivo quando a posse muda de lado. Ter mais opções perto do gol pode ampliar as possibilidades de conclusão; isso não elimina a necessidade de participação do restante da equipe na proteção dos espaços. Essa é uma questão de equilíbrio, que não se resume à contagem de atacantes.

Concentração e bola parada entram na cobrança

Segundo o UOL, que publicou a repercussão da coletiva à 0h54, Dorival rejeitou a interpretação de que o problema central tivesse sido tático. Em sua explicação, faltaram atenção, concentração e preparação para responder às situações do jogo. O técnico atribuiu responsabilidade coletiva às falhas e falou na necessidade de corrigi-las.

A reportagem também registra sua insatisfação com as bolas paradas defensivas. Dorival afirmou que esse tipo de lance já havia prejudicado o São Paulo em outras partidas da competição. O ponto relevante da declaração é a recorrência reconhecida pelo próprio treinador, sem transformar a entrevista em uma estatística que as fontes não apresentam.

O Jogada10 acrescentou que o comandante relacionou a mudança de postura durante o confronto à perda de agressividade e de posicionamento. A cobrança vai além do momento da cobrança de uma falta ou de um escanteio: envolve como o grupo reage e se organiza quando o adversário passa a ocupar mais o campo ofensivo.

Clássico será o próximo compromisso

O São Paulo informa que volta a jogar contra o Corinthians na quarta-feira, 4 de novembro, às 21h30 de Brasília, na Vila Belmiro, em Santos. Na publicação oficial, Dorival tratou o adversário como difícil e destacou a necessidade de preparação. Não houve, no material consultado, confirmação dos titulares para o clássico.

A discussão agora passa por conciliar a confiança nos homens de frente com a correção dos problemas apontados na entrevista. Defender a capacidade de criação de Lucas, Luciano e Calleri não encerra a avaliação da atuação; delimita o que o treinador pretende preservar enquanto cobra ajustes coletivos.

Para acompanhar os compromissos, consulte a agenda de futebol e a tabela do Brasileirão. O portal também registrou o quadro de retornos antes da viagem a Salvador e a situação contratual de Lucas Moura, assuntos distintos do diagnóstico apresentado nesta coletiva.

Tira-dúvidas

Perguntas frequentes

01
O que Dorival disse sobre o ataque do São Paulo?
Na coletiva após o jogo com o Bahia, o treinador valorizou o poder ofensivo de Lucas, Luciano e Calleri e a capacidade de reação da equipe.
02
Qual problema Dorival apontou no São Paulo?
O técnico cobrou atenção e concentração e lamentou falhas coletivas nas bolas paradas, segundo os relatos publicados em 29 de outubro.
03
Quando será o próximo jogo do São Paulo?
O clube informa que enfrentará o Corinthians em 4 de novembro de 2026, às 21h30 de Brasília, na Vila Belmiro, em Santos.

Fonte: São Paulo FC, UOL e Jogada10/iG — publicados e consultados em 29/10/2026 · informações adicionais por Beira do Campo

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Patrícia Mendes
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